quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

" Hurricane ?"

Sim digam já que isso e o nome de uma musica de 30 seconds to mars, mas já viram o videoclip sem censura???? E o que me apetece fazer nos últimos tempos não exactamente uma copia mas algo parecido com um toque pessoal.

Mas e com quem??? Digamos que é uma colega de trabalho, alguém que se abriu e deixou uma porta aberta
Apetece-me leva-la para algum lugar onde haja uma cama servir-lhe uns pedaços de fruta cobertos em chocolate enquanto lentamente lhe dispo e a roupa e a amarro a cama como se estivesse apontando os pontos cordiais.

Massajar aquele lindo corpo com toda a delicadeza e firmeza que a mente permita, esquecer as áreas erogenas mais óbvias e centrar-me naquelas que realmente fazem a diferença. Venda-la com um lenço de cetim  usar algo inferior seria um crime horrendo. Usar de todo o meu pouco saber para a acariciar com uma pena para que toda a atenção seja focada num ponto apenas de cada vez.

Beijar suavemente todos os centímetros do seu corpo e sentir os músculos a contraírem-se e ao mesmo tempo a desviar todo o sistema nervoso para apenas aquele ponto. Sentir cada vez mais e mais o seu corpo a ceder ao prazer. Faço uso de todas as minha forças para não ceder eu a tentação quero prolongar, estender ao máximo este momento. Começo no pescoço sinto os arrepios que provoca, desço e o calor do seu peito deixa-me louco. Continuo, agora os braços e ao beijar a tentativa em vão de encolher o braço é inútil, continuo ate a mão com especial atenção a cada delicado dedo. Agora no ventre, o mais sagrado de todas as mulheres o contrair dos músculos é notório. A tentação de ir mais abaixo é cada vez maior mas continuo, as suas pernas são suaves e firmes apetece-me  massajar um pouco mais e continuar.

Ja de subida encosto ao de leve a minha língua no clitóris  começa a ser quase insuportável conter-me. Mas tenho de ser forte, preciso de sentir a sua língua contra a minha como se estivessem a acariciar, ao mesmo tempo passo-lhe os dedos por entre uns cabelos e puxo delicadamente.

Volto para baixo e com a minha língua acaricio os seus mamilos deixando antever o passo seguinte. Paro para pensar, ponho as molas?? Por um lado iria sensibilizar, por outro poderia aleijar e deitar por terra o que já tinha alcançado, ficam para uma próxima.
Coloco-me numa posição confortável  e lentamente vou-me aproximando da sua vagina beijando o interior de cada coxa, passo a língua ao de leve pelas virilhas enquanto me aproximo do clitóris  As minhas mãos massajam os seios e o ventre quase em descontrolo enquanto a deixo finalmente escalar ate a lua.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Um comentario antigo.

Ela disse...

No cenário da tua vida
Aclamas noites alucinantes
De gentes estonteantes
Que são tanto como tu

No teatro do teu olhar
Há quem note que a coragem
Não passa de uma miragem
Com preguiça de gritar

No repetir do teu mostrar
Inventas-te uma história
Que em ti não há memória
Porque sabes que não é tua...

Houve alguém que te conheceu
Que te faz tremer ao passar
Porque nunca a deixaste de amar...

Continuas a ensaiar
A conveniência do sorriso
O planear do improviso
Que te faz sentir maior

No artifício dos teus gestos
Pensas abraçar o mundo
Quando nem por um segundo
Te abraças a ti mesmo

E assim vais vivendo
E assim andando aí
E assim perdendo em ti
Tudo aquilo que nunca foste...

Por alguém que te conheceu
Que te faz tremer ao passar
Porque nunca a deixaste de amar

Quando um dia acordares
Numa noite sem mentira
E te vires onde não estás
Vais querer voltar para trás.

Houve alguém que te conheceu
Que te faz tremer ao passar
Porque nunca a deixaste de amar

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Sexo

Somos animais, temos necessidades e temos desejos, mas haverá outra espécie que tenha sexo apenas por prazer? Como animais racionais que somos não deveríamos ter sexo apenas para reprodução? A resposta a estas perguntas não e fácil. de um modo frio e cientifico, talvez fosse o mais correcto. Afinal apenas o Homen "esta bem o resto esta tudo errado".
Somos criaturas de sangue quente, racionais e emocionais, precisamos da sociedade, do contacto físico e emocional. Em sociedade olhamos para o sexo como um objectivo, muitas vezes de forma errada e confusa. Executamos danças coreografadas ao mais pequeno pormenor apenas pelos cinco minutos de prazer. Sim é possível haver sexo sem sentimentos, simples descomprometido, mas será o mesmo.Farão os sentimentos diferença?
estive dos dois lados, quando nos sentimos algo forte por alguém, multiplica-se a intensidade por mil, o prazer e indescritível. Pondo de lado qualquer sentimento mais forte, o sexo, torna-se numa dança louca com a mente a vaguear por quaisquer outros lados. Torna-se uma coisa fria, mecânica ate mesmo algo descoordenado. Se é bom?
Sim é uma descarga de pura adrenalina outros químicos que nos apuram os sentidos, dando uma outra visão do que se sente na realidade. Gosto de sexo e isso e ponto assente e admito isso a qualquer pessoa, sentir um corpo roçando-se no meu leva-me a loucura, a um quase êxtase. Apetece-me repetir e vou buscar forças onde não pensei que as tivesse ate que por fim esgoto ate a ultima grama de energia. Fico quase como que hibernado, sem acção ou pensamento, sou apenas um invólucro.
 Por outro lado quando os sentimentos se envolvem, passamos para outra dimensão, o limbo, o quarto estado da matéria, chamem-lhe o que quiserem, eu não sei designar esse estado. O mais simples beijo e uma explosão de químicos, o coração acelera a mente passa a estar sintonizada naquele momento apenas. Se isto se passa com um beijo imagine-se o resto. Sentir o outro a tremer, as mãos percorrem suavemente os corpos, o cérebro confinado naquele instante. Tentar descrever o que sinto e difícil, se não for impossível. A minha mente centrada no toque,no cheiro, no gosto, ouvir os corpos que se roçam em perfeito sincronismo. Tenho os sentidos no seu pico, sinto-me a enlouquecer com a quantidade de informação que tenho de processar.
É aqui neste momento que todo o egoísmo inerente a ser humano e expulso, uma entrega total e sem receios ou tabus, levar-te a um estado de extâse deixa-me cada vez mais perto de o alcançar também. Atingir o orgasmo em conjunto torna-se agora uma realidade, torna-se de tal modo intenso que palavras para descrever ainda não foram nem serão inventadas. A ciência duvido que consiga explicar tudo isto. Sincronizados os corações aceleram, os corpos movem-se em uníssono, ate que........ os músculos do corpo se contraem, emitimos grunhido, gritamos, paramos de respirar. gastamos todas as energias que tínhamos e mais algumas. Num estado "zen" (chamemos assim) ainda encontramos força para trocar um olhar intenso, acariciar, sentir. Um estado de puro extâse.


É fácil de perceber o que nos leva a ter sexo, mas perceber o que sentimos com uma pessoa por vezes turva-se com o sexo, ou então desvanecem-se as duvidas do que sentimos. Não podemos tirar o sexo da equação matemática que define o amor, mas também não o podemos incluir.

Por: Ele

O extase do amor: a hipocrisia

Uma menina quando é pequenina sonha com príncipes, castelos, felicidade e coelhinhos aos saltos...um dia cresce e ás vezes até cresce mais depressa do que devia, a vida deixa de ser côr de rosa...mas continua a acreditar no amor, porque mulher que é mulher é sempre romântica...

Hoje em dia tudo acontece a uma velocidade muito diferente de à 20 anos. Não cabe na cabeça de ninguém aturar um casamento de frete a vida toda...o divórcio, antes tabu, é hoje assinado ao pequeno-almoço. Então as relações vão e vêm, de uma maneira excessivamente superficial...neste país passamos do casamento aos 16 anos  típico da altura dos nossos pais, para a vida para o casamento aos 23...para o namoro eterno, para as relações mal assumidas, também conhecidas como "amizades coloridas".

Emocionalmente passei em 10 anos na minha vida o que o país passou em 20. Comecei cedo com relações sérias...hoje tenho "coisas sem título".

Um dia conheci um rapaz com quem "troquei mensagens, gastei teclados em conversas intermináveis" e depois do café e de uma noite de carícias passamos a estar juntos quase todos os dias. A evolução não foi típica, não foi nem lenta nem por etapas. Passamos rapidamente a uma relação não assumida, e mais tarde ao namoro. Um dia juntamos-nos....e um dia separamos-nos...da pior maneira pelas piores razões com as piores consequências.  Sofri ao descobrir o maior pulha de sempre. Eu não aceito traições! Isso nunca! As mentiras...a merda em que me deixou...o passado duplo...e pior...arranjou logo outra assim que saiu de casa...Que descaramento! Nunca mais o queria na minha vida!!! Nunca, nunca mais! Que raiva e ódio de tal canalha!!

Acabou tudo à um ano atrás e desde aí fornicamos que nem doidos...entre fases e pseudo-fases de voltar e acabar, entre promessas, "des-promessas" e confusão. Discutimos, voltamos, assumimos e "des-assumimos"...a pressão dele ser perfeito e a minha pressão de descobrir o que queria levou, vezes sem conta, a consequentes desilusões e desabamentos...em cada discussão a conclusão era sempre a mesma: não há nada a fazer...

...e nisto despedíamos-nos e voltávamos-nos para os amigos a quem desabafávamos...desabafávamos que aquele individuo não presta e nunca será pessoa para mim, mostramos superioridade, capacidade de evolução e força de vontade que eles apoiavam incondicionalmente como amigos que são... Os amigos passam a ser a chave da recuperação necessária e urgente. Falávamos do outro com raiva, com desdém. Mostrávamos as sms, falávamos dos emails que recebíamos do outro que "não nos larga" e criticávamos ferozmente, mostrando claramente que não queríamos alimentar aquilo.

A mensagem que passávamos era :"deixei o crápula, não presta, sou forte, sou livre" e eles, os amigos, aplaudem. E era tudo real e sentido. A raiva, a vontade de acabar e de ver o outro pelas costas era real e eterna, acabou para todo o sempre...até ao dia em era eu que mando a sms ou que respondo...que fazia o telefonema...que ligava o msn e espero, ou até que metia conversa porque queria de volta o casaco ou o livro...e um dia até aceitava o convite para café, ou era eu que pedia para conversarmos para "acabarmos de vez" depois de mil emails trocados sem nexo, com ofensas e desabafos de dor...

...e entre discussões e choros e gritos acontecia o beijo, um e outro, fortes e sentidos, raivosos e apaixonantes...e o ciclo recomeçava....

Tornamo-nos hipócritas perante os outros porque mantemos a versão idiota do "não quero saber daquele crápula"  mas a verdade é que vamos estando juntos...uma vez e outra...e lá estamos nós outra vez envolvidos numa relação sem título.

Hoje em dia a hipocrisia mantém-se perante os outros. Mentimos descaradamente ás pessoas mais próximas, pessoas que admitem (ou mostram) que não querem só a nossa amizade. Esses amigos, e todos os outros, não fazem ideia que ainda nos vemos e o que fazemos juntos. Sim...somos uma mentira perante os outros...

Hoje somos hipócritas um com o outro. É uma fase nova. 

Depois de muitas discussões sérias e de algumas mentiras, depois de descobrir uns perfis na internet dele e uns cafés com "amigas" afastámos-nos...não por muito tempo...voltamos a nos encontrar para sexo...sexo escaldante no banco do carro entre gemidos, orgasmos e loucura. Passamos a ter a nossa vida sem dever nada a ninguém...estamos juntos, falamos da semana que tivemos, temos sexo e não prometemos nada um ao outro...vemos outras pessoas, temos encontros marcados online, podemos ter sexo com outras pessoas e até relações, contamos isso um ao outro, saímos com os amigos e até combinamos não nos cruzar na rua......
É o êxtase do amor.
É a hipocrisia no seu expoente máximo.
Não nos queremos, não nos amamos, não temos nada um com o outro, somos livres e não queremos abdicar dessa liberdade...
...temos toda a liberdade psicológica, e no entanto...estamos presos um ao outro.

Por: Ela

domingo, 3 de abril de 2011

O primeiro post!

Para este primeiro post gostva de partilhar a melhor noite que ja tive, sem duvida uma noite fantastica que não irei esquecer. Estavamos em 2009 quando conheci uma pessoa espectacular. Trocamos mensagens, gastamos teclados em conversas interminaveis. Fartos do ambiente virtual em que estavamos reolvemos passar ao contacto directo. O calor humano e insubstituivel. Encontramo-nos pela primeira vez num sitio que ela conhecia mas do qual eu so tinha algumas lembranças. Começamos pelo famoso cafe entre dois dedos de conversa, ja entretanto lhe tinha oferecido a rosa prometida a dias. Ja não eramos estranhos mas ainda assim eu sentia-me nervoso com medo sem saber o que fazer ou como estar. Conversamos algum tempo, e a conversa ia fluindo por entre bebidas. Mudamos de local para um ambiente muito menos romantico e onde as conversas se resumem a gritos por entre notas mais agudas. Continuamos a noite e a certa altura achei por bem espairecer um pouco os ouvidos e a mente, ela juntou-se a mim no banco onde estava, perguntou-me se estava a sentir bem. Respondi que sim e continuei a falar do que, nem sei bem. Ela aproximou-se de mim e beijou-me, fiquei admirado, mas não perdi tempo e respondi de volta. Naqueles instantes tudo a minha volta desapareceu deixou de existir de me afectar. Mais calmo ainda pensei para mim " Calma isso foi o jack daniels a falar" e ate podia ter sido. Ja a noite ia longa e decidi que o melhor era ir beber um cafe e sair daquele estado meio dormente meio cambaleante. Fomos para a casa dela onde ainda comemos alguma coisa para acalmar o estomago. A partir daqui de normal essa noite ja nada teve, muitos de voçes estão a pensar que a seguir foi sexo, estão enganados e bem. Deitamos-nos na cama, dois dedos de conversa mais e começaram os beijos, as caricias os abraços, as pausas como quem se pergunta se estara correcto. Cada vez que beijava era como se não existisse mais nada para alem daquelas quatro paredes, o seu toque fazia-me esteremecer e vibrar. Por entre beijos e carinhos começamos a tirar a roupa, os nossos corpos quase nus encostados um no outro, as mãos que precorriam cada centimetro do corpo. Ofegantes e com os sentidos super sensiveis continuavamos num estado de quase extase. Estar a sentir aquele corpo desconhecido encostado ao meu deixava-me num estado de loucura em que a razão ainda impera. Os sons suaves da respiração e de uns gemidos discretos faziam eco na minha mente. Apenas com a roupa interior continuamos a acariciarmo-nos, eu roçava a minha perna por entre as dela enquanto ela se torcia e soltava um gemido. Ela tomou as redeas e colocou-se por cima de mim, com uma perna de cada lado do meu corpo colocou as mãos no meu peito elevou ligeiramente o corpo e com um ligeiro movimento de cintura lento e compassado deixou-me completamente louco, naquele momento senti-me a explodir de prazer, ja não sentia mais nada para alem daquela magnifica pessoa, o seu cheiro, a sua pele sedosa, os seus cabelos. So queria que aquele momento nunca acabasse, que fosse eterno. O toque dos seu labios carnudos no meu corpo deixava marcas na minha mente, os seus dedos suavemente a deslizarem faziam-me vibrar. E assim estivemos ate de manha altura em que nos rendemos ao cansaço e a emoção e adormecemos agarrados. Nessa noite a ligação que tinhamos atras de um teclado passou para o mundo real. Sentir uma pessoa ao nosso lado quando existe essa ligação e demasiado forte para expressar por palavras, e preciso sentir o mesmo para entender. Ja de dia e descansados falamos sobre a noite e disse-lhe "Ate podia ter sido, mas depois do cafe e de ter comido não era o jack daniels a falar" :) 

por: ele